quinta-feira, 19 de março de 2009

Lua.

A lua veio, e com ela, o amor. Dedos acariciando dedos. Mãos tocando mãos. Boca com boca. E o beijo. Tudo a favor da lua.
A lua sumiu, e com isso, some o amor. Lua minguante, nascente. Lua cheia. Qualquer uma, por favor, volte. Canso, mas não canso de pedir, porque preciso dela, que ela esteja aqui, para dar continuação ao que parei, mas não quis.
E o sol? O sol é pros amigos, pra vida, pro sorriso, pra diversão. Pros problemas, brigas, mas nem sempre discussão. Pra vida em si, cheia de momentos e alegrias que disponibilizam o prazer de viver esta vida. Além disso, todo dia tem sol, mas nem toda noite tem lua.
Ah, como eu queria a lua. E com ela, relembrar os velhos e bons momentos. Abraçadinho. Juntinho. Agarradinho. Vai dizer que não é bom? Não tem quem o diga. Tanto faz, tanto fez, o que é, será. Mas uma coisa eu digo: do mar, fez-se a beleza da praia, da praia, fez-se a lua e é na lua que o meu amor está.
Nem falo, nem irei falar. Apenas sei. Devo encontrar meu amor por aí. Andando na esquina da vida e no centro das coisas, olhando sempre pra lua e a lua olhando sempre pra ela.
Não sei você, mas eu sei de onde vem a lua. Não é o astro mais próximo da terra, nem mesmo um satélite natural, é uma espetacular e única obra de arte esculpida por Deus, que possui uma única intenção: aproximar os meros terráqueos da essência do verdadeiro amor conjugal.
Lua vem. Lua vai. Pára lua. De verdade, peço-te: vem. Apesar de o verdadeiro amor ter sumido na atual sociedade. Vem. Aparece e faz o que tu sabes fazer de melhor: amar.

E assim, ao te olhar, a gente possa lembrar da essência do amor. E, quem sabe, até mesmo, voltar a te beijar.

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